O Rito do Pentagrama une fantasia, assassinatos e referências pop em trama juvenil
Mistério sobrenatural, assassinatos ritualísticos e dramas adolescentes se cruzam em O Rito do Pentagrama, novo livro do escritor Vitor Truono. Primeiro volume da série Os Artefatos Profanos, a obra mistura fantasia, suspense investigativo e referências da cultura pop para construir uma narrativa voltada ao público juvenil.
A trama acompanha Sarah e Alex, dois jovens que retornam das férias escolares vivendo os conflitos típicos da adolescência, incluindo o surgimento de sentimentos amorosos entre os dois. O clima muda rapidamente quando garotas começam a ser assassinadas na cidade litorânea fictícia onde vivem.
Enquanto os crimes se acumulam e as autoridades não conseguem encontrar respostas, Sarah passa a sofrer com pesadelos violentos e visões perturbadoras. Aos poucos, ela descobre que os assassinatos parecem seguir um mesmo padrão ligado a rituais envolvendo pentagramas e mulheres apaixonadas durante noites de lua minguante.
Fantasia sobrenatural encontra referências pop
Além dos elementos sobrenaturais, o livro tenta aproximar o universo fantástico de temas ligados à juventude contemporânea. Questões como saúde mental, amadurecimento emocional e dependência química aparecem ao longo da narrativa, enquanto músicas e referências pop ajudam a construir a ambientação dos personagens.
Segundo o material divulgado pela editora, artistas como Pitty e Mariah Carey aparecem dentro do contexto da história, reforçando a ligação entre o drama dos protagonistas e o universo cultural adolescente.
A obra também aposta em uma combinação entre investigação e horror psicológico, usando experiências sensitivas, dons sobrenaturais e amuletos mágicos para criar tensão ao redor do mistério central.
Autor cita Agatha Christie e R. L. Stine como inspirações
Vitor Truono afirma ter buscado inspiração em autores como Agatha Christie e R. L. Stine para desenvolver a história. Segundo o escritor, o livro nasceu mais como um fluxo criativo do que como um projeto planejado, sendo construído a partir de memórias, experiências pessoais e emoções acumuladas ao longo da escrita.
Publicado pela Editora Viseu, O Rito do Pentagrama tem 372 páginas e já está disponível em versões física e digital.

