Viver é Raro estreia terceira temporada no Globoplay e amplia debate sobre doenças raras
Série documental soma 21 episódios e aposta em modelo de entretenimento de impacto
A série documental Viver é Raro estreou sua terceira temporada no Globoplay e reforça a proposta de unir entretenimento e conscientização sobre doenças raras. A nova fase da produção chega com sete episódios inéditos e está disponível gratuitamente, inclusive para não assinantes da plataforma.
Realizada pela Casa Hunter em coprodução com a Cine Group e a Vbrand, a série acompanha histórias reais de pacientes e familiares, abordando temas como diagnóstico precoce, tratamento, adaptação e inclusão social.
Segundo os produtores, o projeto se consolidou como um modelo de “entretenimento de impacto” voltado para causas sociais, algo ainda pouco comum no mercado de streaming internacional.
Série destaca histórias de superação e inclusão
A nova temporada apresenta sete protagonistas que convivem com diferentes doenças raras e compartilham suas trajetórias pessoais, profissionais e esportivas.
Entre os destaques está Giovanna Boscolo, que convive com Ataxia de Friedreich e conquistou medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. A série também acompanha Karyn Cerqueira, que vive com Lipodistrofia Congênita Generalizada e utiliza o esporte como ferramenta de autoestima e enfrentamento ao preconceito.
Segundo Antoine Daher, a proposta da produção é ampliar a visibilidade das doenças raras e estimular debates sobre políticas públicas e acesso ao diagnóstico.
Projeto amplia alcance internacional
Além da distribuição gratuita no Globoplay, Viver é Raro também conta com tradução para inglês e espanhol, estratégia que busca ampliar o alcance internacional do conteúdo.
Com a terceira temporada, a série chega a 21 episódios produzidos e mantém apoio de empresas farmacêuticas como AstraZeneca, Novartis, Biogen e Pfizer.
Segundo a equipe da Vbrand, o diferencial da série está na continuidade do projeto e na integração entre narrativa, distribuição e parcerias para manter a pauta das doenças raras em evidência.

